“Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25).
Poucos mestres arriscariam dizer: “Se vocês desejam praticar meus ensinos, imitem minha vida”. A vida de Jesus, porém, é a semelhança exata da perfeita virtude. Por conseguinte, Ele pode recomendar a Si mesmo como o modelo e o mestre de santidade. O crente não deve ter nada além de Cristo como seu modelo. Em nenhuma circunstância, deveríamos ficar contentes, a menos que estejamos refletindo a graça que se encontrava em Cristo. Como esposo, o crente tem de olhar para o retrato de Cristo e viver de acordo com esse retrato.
O amor de um marido é especial. O Senhor Jesus tem afeição especial pela Igreja. Ele afirmou: “É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo” (João 17.9). A Igreja é a favorita dos céus e o tesouro de Cristo; é a coroa de sua cabeça, o bracelete de seu pulso, o escudo de seu coração e o próprio centro de suas afeições.
O esposo tem de amar a sua esposa com um amor constante, pois esta é maneira como Cristo ama a sua Igreja. Ele pode mudar sua demonstração de amor, mas o amor ainda é o mesmo. O esposo tem de amar sua esposa com um amor permanente, pois nada “poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8.39). Um verdadeiro esposo ama a sua esposa com um amor do coração, fervoroso e intenso. Não é apenas um amor dos lábios. O que mais Cristo poderia ter feito que Ele não fez, para comprovar seu amor? Jesus tem um amor de deleites por sua esposa. Ele valoriza a afeição dela e se deleita nela. Em seus relacionamentos domésticos, esta é sua regra e sua medida de amor: “Como também Cristo amou a igreja”?